Um cliente enterprise recentemente descreveu a implantação da Medfy como uma das melhores que já viu internamente.
Implantar um sistema de gestão de corpo clínico num hospital ou rede enterprise não é só uma questão técnica: é um processo de confiança entre fornecedor e cliente, construído fase a fase. Depois de conduzir múltiplas implantações, o maior aprendizado da Medfy não veio só de suas próprias entregas: veio de observar, como cliente de outros fornecedores, o que funciona e o que não funciona numa implantação: para o bem e para o mal.
Esse aprendizado virou um processo estruturado em cinco pontos.
1. Visibilidade compartilhada, em fases curtas
Uma implantação enterprise não pode ser uma caixa-preta para o cliente. Na Medfy, o processo roda em ferramenta compartilhada, dividido em quatro fases curtas: o cliente acompanha exatamente onde o projeto está, sem depender de reunião de status para saber se está no prazo.
2. Documentar tudo, com aceite formalizado
Cada fase se encerra com aceite formal do decisor; pode ser um simples “ok” por e-mail, mas precisa existir, de forma concisa. Isso não é burocracia por burocracia: é o que evita retrabalho e desalinhamento de expectativa mais adiante no projeto. O princípio é formalizar no fechamento de fase, não transformar isso em cobrança constante.
3. Alinhar com quem entende a estrutura interna do cliente
Toda implantação enterprise tem múltiplos stakeholders internos: área de projetos, inovação, executivos próximos ao decisor. Alinhar com essas pessoas, sem gerar trabalho operacional extra para elas, é o que garante que a comunicação interna do cliente flua sem a Medfy precisar navegar sozinha por uma estrutura que não conhece.
4. Entregar as micro-entregas no prazo
Parece óbvio, mas é o ponto onde a maioria das implantações perde credibilidade. Prazo de micro-entrega cumprido constrói a confiança que sustenta o restante do projeto, e é mais fácil de honrar quando o escopo já está dividido em fases curtas (ponto 1).
5. Checkpoint de CS desde o início, com KPIs visíveis
A relação não termina na implantação. O Customer Success começa a acompanhar desde o início, com checkpoint direto com o representante do decisor e um one-pager mensal de KPIs, enviado ao menos em cópia para o buyer. Isso transforma o pós-implantação em continuidade visível, não em silêncio até o próximo problema aparecer.
O que realmente diferencia um fornecedor
O comercial é o que movimenta uma venda. Mas é a implantação bem-feita e o Customer Success consistente que separam um fornecedor mediano de um fornecedor de excelência, porque é isso que o cliente sente todos os dias depois da assinatura do contrato.
Sua instituição já tem esse nível de clareza na implantação de sistemas críticos?
Fale com o time da Medfy e veja como funciona esse processo na prática.
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